Sempre gostei do diferente. Daquilo que ninguém nota, da pessoa no canto da festa, do olhar que se recusa a encarar, do sorriso de canto de boca, das palavras que tropeçam, da música que não toca, do amor que nunca foi. Fazer o quê? Esse é o meu jeito. Em um mundo onde tudo se tornou comum demais, procurar o diferente se tornou minha missão e meu objetivo. Procuro o detalhe, o que passou despercebido, o que ficou invisível aos olhos. Procuro a agulha no palheiro, o raro, a exceção, o que está entrando em extinção.
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Pessoas diferentes têm o poder de desnudar a alma apenas com o olhar. É o tipo de gente que você conhece num dia e já quer ficar "pra sempre" no outro. Pessoas que conectam, enlaçam, encantam.

Isabela Freitas.
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